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“Desafio é oferecer produtos que caibam no orçamento da população”, diz novo presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde

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O novo presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Gustavo Ribeiro, tomou posse nesta quarta-feira (10) com a promessa de trabalhar para oferecer produtos que “caibam no orçamento da população”.

A solenidade ocorreu em Brasília e contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffolli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ribeiro assume o comando da Abramge em meio à alta dos preços dos planos empresariais de saúde no Brasil. Os custos superaram a média mundial. Para este ano, as operadoras devem reajustar o preço dos planos empresariais de saúde em cerca de 25%.

O índice de reajuste é calculado com base na inflação médica, as fraudes, a utilização dos planos e o resultado financeiro do setor. Em 2023, por exemplo, o setor teve déficit operacional de R$ 5,1 bilhões.

À CNN, o novo presidente da Abramge disse que a pandemia acabou pressionando os custos nos últimos anos e, por isso, sua gestão terá como meta aumentar o acesso da população.

O desafio passa por resolver a situação financeira das operadoras. Só com problemas relacionados a fraudes e desperdícios, o setor teve um prejuízo de R$ 30 bilhões em 2023, o que representa quase 13% da receita.

“Eu acredito que a nossa meta para esse próximo biênio seja aumentar o acesso à população por meio de produtos que caibam no orçamento do brasileiro. O plano de saúde é o terceiro objeto de desejo da sociedade. Então, ele é muito sensível e a gente precisa buscar mecânicas para que isso gere mais acesso ao setor em produtos que caibam no orçamento das famílias brasileiras”, afirmou Ribeiro.

Durante discurso no evento, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, citou a crise de fraudes que atinge o setor de saúde suplementar e disse que o Parlamento terá boa vontade para discutir soluções.

“Uma cultura infelizmente ainda implantada no Brasil é a cultura da fraude, que precisa ser combatida. […] Isso não necessariamente é um problema de ausência de lei, mas próprio de um problema cultural, educacional, deficiente e, às vezes, até de inocência da lei”, pontuou Pacheco.

Gustavo Ribeiro lembrou das centenas de projetos de lei que tramitam no Congresso sobre a saúde suplementar.

“É nosso papel institucional estar trabalhando e atuando para levar informação, para esclarecer para o legislador como que esse setor funciona tecnicamente, para que venha uma legislação muito boa para a população e que possa também resguardar o setor para que ele mantenha sua sustentabilidade e equilíbrio”, disse.

Este conteúdo foi originalmente publicado em “Desafio é oferecer produtos que caibam no orçamento da população”, diz novo presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde no site CNN Brasil.

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